Perguntas Humanas, Respostas Bíblicas

Bem-vindo! Aqui se encontra várias perguntas humanas sobre o evangelho. Só por rolar para baixo, verá as perguntas em azul. Há respostas a cada pergunta, porém, nem todas são do mesmo formato, algumas sendo texto, outros áudio e outros vídeo. Se tiver pergunta, por favor, entre em contato conosco!

As Perguntas

  1. Pode compartilhar comigo o evangelho nas suas próprias palavras?
  2. Onde Nós Vamos Depois de Morrer?
  3. Por que devo orar a Jesus e não à Maria?
  4. Porque Deus deixou Seu Filho ser crucificado?
  5. Como Deus Se Revelou a Todo Homem?
  6. Deus Não Aceita Toda Forma de Adoração?
  7. A Certeza da Salvação É Bíblica?
  8. Bebês que Morrem Estão nas Mãos de Deus?
  9. A Salvação É pela Graça de Deus, e Não pelas Obras?
  10. A Bíblia É Suficiente?
  11. Como Eu Vou Discernir as Ofertas das Várias Religiões?
  12. Como Eu Interpreto o Passado Através do Presente Observável?
  13. Porque Paulo Enfatiza a Insuficiência da Circuncisão?

Pode compartilhar comigo o evangelho nas suas próprias palavras?

Prólogo

Para compreender a salvação da alma é preciso entendê-la pelas Sagradas Escrituras. Elas, porém, não são escritas como um livro de seminário. Não há esboços, cabeçalhos, e notas de rodapé. Ao inves disso, a Bíblia é uma biblioteca de 66 livros cuja doutrina inteira é entendida só por ler e analizar tudo no seu contexto. Há livros de poesia, outros de história, outros que são cartas e outros que são pregações. Levou mais que 1.500 anos para a Bíblia inteira ser completamente escrita. Mais que 40 homens de Deus escreveram os livros. A Bíblia toda foi inspirada por Deus como uma revelação progressiva dEle a nós. Nosso alvo é descobrir o Senhor por passar tempo neste livro. O foco da Bíblia é a pessoa de Jesus Cristo. O foco da vida dEle é o que Ele fez para nos salvar—Ele morreu por nós, e ressuscitou. Hoje em dia, homens de Deus têm a tarefa de estudar a Bíblia, entender a doutrina (os ensinos) e compartilhá-la com o mundo. Aqui você encontrará as Boas Novas (o evangelho) e o que fez-as necessárias. A forma de ser escrita aqui é não por simplesmente citar os versículos, mas por explicá-los, mantendo uma referência ao lado de todo ponto, para que o leito possa confirmar nas Escrituras. Esperamos que esta expressão do evangelho seja bem proveitoso ao seu entendimento. Deus abençoe!

A Situação de Toda Pessoa que Nasce nesta Terra

Todos pecaram (Rm 3:23). O salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Isto quer dizer que pela justiça infinita de Deus, Ele não quer nem pode permitir que pecadores entrem no lugar do Seu trono—o céu (Ap 21:8; 22:15), em vez disso, os pecadores morrerão. Não há pecado nenhum em Deus nem no Seu lugar santo (Sl 5:4). Ele é santíssimo, ou, como a Bíblia diz: “Santo, santo, santo” (Is 6:3). A única esperança que os pecadores têm é que alguém os lava dos seus pecados. Nós, porém, sem termos contato com a Palavra de Deus, não percebemos a grandeza do nosso pecado (Rm 5:20). Somos verdadeiramente condenáveis diante de Deus (Rm 3:10-19; Sl 5:5).

Deus deu a lei a Moisés bem no início da Bíblia (os livros de Gênesis a Deuteronônio são os livros da lei) para revelar ao homem, cego nos seus pecados (Jo 9:41), que o seu pecado abunda e é excessivamente maligno (Rm 5:20; 7:13). A lei, em vez de corrigir o homem, revela o seu pecado por provocá-lo (Rm 7:5). A rebelhão do homem (que é da sua carne) não quer obedecer a lei (Rm 8:6, 7) mesmo quando o homem no seu coração quer fazer o bem (Rm 7:14-24). Andando na carne, o homem é perdido (Lc 19:10), uma ofensa a Deus, seguindo o curso deste mundo, está em desobediência, e é um filho da ira (Ef 2:1, 2). O perdido permite na sua vida imoralidade, impureza, abominação, amargura, raiva, mentira, adultério, fornicação, lascívia, e qualquer ato das suas concupiscências (desejos pecaminosos) (Rm 1:29-32; Gl 5:19-22). E, na verdade, o próprio Jesus explica que estes males vem do coração do homem (Mc 7:20-23). O homem vive sem Deus e até contra Deus (Rm 5:10; 8:7), mesmo que as vezes faça coisas boas ou morais. Note, porém que até essas “justiças” são ímpias não sendo santificadas por Deus (Is 64:6). O homem não consegue fazer o bem (Rm 3:12).

O homem nasce perdido no seu pecado (Rm 5:12) e, portanto, já é condenado desde o nascimento (Jo 3:18). Ele não tem Deus em todos os seus pensamentos, mas age como se Deus nem existisse (Sl 10:4). Ele não necessariamente diz que Deus não existe, mas sua maneira de viver não demonstra que é temente a Deus. Ainda que ele saiba, pela sua consciência, que está errado, continua a pecar e pecar, aumentando a ira de Deus contra ele (Rm 2:5).

Foi o diabo que tentou o primeiro homem, Adão (Gn 3:1-6). Imediatamente na hora em que Adão pecou, ele se corrompeu, tornando-se um pecador. Agora nós seguimos Adão, nascendo pecadores, querendo fazer o mal por causa da nossa carne pecaminosa (Rm 5:12). Estando destituídos da glória de Deus, nós não glorificamos a Deus (Rm 1:21; 3:23), e merecemos morte permanente (Rm 6:23). Note que, ainda que o Senhor criasse o inferno para castigar o diabo (Mt 25:41), este lugar cheio de fogo e enxofre (Ap 20:10) é o fim de todos morrem sem Jesus (Ap 20:11-15).

Tudo que escrevi até este ponto não é o evangelho, mas antecipa e declara a necessidade do evangelho. O evangelho são as boas novas que libertam o homem da condenação do seu pecado (Rm 1:16).

O Evangelho

Deus nos ama imensamente. Ele prova este amor principalmente por enviar Seu Filho inocente ao mundo para que pudesse morrer em nosso lugar (Jo 3:16; Rm 5:8). Deus sabe que se Jesus, por nós, não morresse e não rescussitasse, seríamos sem esperança e muito miseráveis (I Co 15:17-20). Seríamos pecadores destinados a permanecer no lago de fogo depois da morte, porque não existiria lugar nenhum no céu para nós.

Quando Jesus morreu na cruz, porém, pagou a dívida do nosso pecado pelo Seu sangue derramado (Hb 9:22). Agora todo aquele que crer em Jesus (invocando o nome dEle) será salvo (At 16:31; Rm 10:9-13). Tal crente é instantaneamente justificado e perdoado, como se ele nunca tivesse pecado (Rm 5:1; Ef 4:32). O Espírito Santo também entra imediatamente nele para habitar (Ef 1:12-14). Com esta nova presença do Espírito Santo, o crente também experimenta instantaneamente o novo nascimento, que é pelo Espírito (Jo 3:3-7). Com esta transformação interna, ele também entra na família de Deus (Ef 2:19), é um filho de Deus (I Jo 3:1, 2), e também co-herdeiro de Cristo (Rm 8:16-17). Então, por um ato sobrenatural (divino—de Deus), o pecador é adotado na família de Deus (Rm 8:15), e não sofrerá a condenação do pecado, mas tem e terá a vida eterna (Rm 3:23).

Esta salvação é perfeita (Hb 7:25). Abrange os pecados do passado, do presente e do futuro; então, é impossível perder esta salvação. Precisando enfatizar este fato, vemos que a salvação foi predestinada (Ef 1:3-7) pela presciência de Deus (I Pe 1:3). Isto quer dizer que Deus já sabia quem receberia Jesus por fé, e já determinou o futuro dos crentes, como se Jesus fosse crucificado desde da fundação do mundo (Ap 13:8).

Também, reconhecemos que a salvação não vem das obras, mas é pela graça por meio da fé (Ef 2:8, 9). Em outras palavras, não há nada que podemos fazer para merecer a salvação (Tt 3:5), e não há nada que precisamos fazer para manter esta salvação (Gl 3:3). É pela graça de Deus, ponto final. A igreja antiga teve muitos problemas com esta doutrina; então, a igreja em Jerusalém se reuniu para determinar se alguém precisa guardar a lei de Moisés para ser salvo ou para manter esa salvação. A conclusão foi que a lei de Moisés não salva ninguém e não mantem a salvação de ninguém (At 15). Um ponto prinicipal na pregação do apóstolo Paulo foi que a salvação é pela graça de Deus, sem obras (Rm 4:5; 5:20; 10:4; Tt 3:5, 6).

Para ser salvo, portanto, o pecador precisa reconhecer o seu estado pecaminoso, que é condenado, e invocar o nome de Jesus, pedindo que Ele o salve (Jo 3:16; At 16:31; Rm 10:9-13). Este evento importantíssimo é o único em que ele coloca sua fé em Jesus como seu Salvador, e é este momento no qual é salvo, nasce de novo (Jo 3), recebe Jesus (Jo 1:12), recebe a vida eterna (Rm 6:23), se torna uma nova criatura (II Co 5:17), é adotado na família de Deus (Rm 8:15, 16), recebe o Espírito Santo (Ef 1:13, 14), etc. Tudo isso é a mesma coisa. É a sua verdadeira conversão para o cristianismo. É sobrenatural, um ato de Deus respondendo à fé do pecador em Jesus Cristo. O pecador é perdoado e justificado.

É necessário enfatizar então que este evento é algo sobrenatural acontecendo no coração. Deus está respondendo à fé no coração do pecador (Rm 10:9, 10). O Espírito Santo entra no coração, transformando a pessoa no seu interior, revelando que esta pessoa não rejeitou Jesus, mas o recebeu n a sua vida. Esta pessoa é convertida.

A conversão de um pecador, então, é algo que nós não enxergamos, porque acontece no coração onde ninguém vê (I Sm 16:7). Vemos só os resultados exteriores.

A conversão, também, tem dois lados. Um lado é a fé que a pessoa coloca em Cristo, mas o outro lado é o arrependimento a Deus (At 20:21, “conversão” é arrependimento). Tal arrependimento é uma mudança de coração que naturalmente leva a uma mundança de ações e uma aceitação da verdade de Jesus. Em outras palavras, o salvo não somente crê em Jesus mas também arrepende de si mesmo. Há remorso que não obedecia a Deus. Ele não tem como confessar todos os seus pecados específicos para Deus, mas no geral há tristeza e a consciência do seu estado pecaminoso. Ele percebe que a sua própria natureza é pecaminosa (Rm 7). Ele é condenado e precisa de Jesus (Jo 3:18). Então, com este coração arrependido, ele invoca o nome de Jesus, pedindo a salvação, e Jesus o salva por causa desta fé nEle (Rm 10:13).

A Advertência

A salvação é pela graça de Deus (Ef 2:8). A vida eterna é o dom gratuíto de Deus (Rm 6:23). Vamos não desprezar, diminuar ou desvalorizar esta salvação. Não é barata. Veio-nos pelo sangue de Jesus. Se alguém quiser “receber Jesus,” mas só para abusar esta graça, sem realmente ter arrependimento, sua salvação é suspeita na melhor das hipóteses, e, na verdade, não é salvo (Jd 4). Se alguém, portanto, pensar que pode ser salvo pela graça de Deus para que possa continuar no seu pecado, então seu coração não está reto. Não há arrependimento nenhum. Está pessoa não é salva mas ainda permanece condenada (Rm 3:8).

Infelizmente, há uma heresia na qual o promotor converte em dissolução a graça de Deus (Jd 4). A palavra “dissolução” quer dizer “luxuria desenfreada, excesso, licensiosidade, lascívia, libertinagem, caráter ultrajante, impudência, desaforo e insolência”; ou seja, a pessoa abusa a doutrina da graça de Deus na salvação por usá-la para pecar. Deus chama os promotores desta heresia “homens ímpios.” Estas pessoas pregam a graça de Deus para promovem pecados.

A Simplicidade da Salvação

A salvação é simples para nós. De um coração arrependido, colocamos nossa fé em Jesus como nosso Salvador. Podemos fazer uma oração simples para colocar nossa fé em Jesus (Rm 10:13). “Jesus, sei que sou pecador, e mereço a morte. Eu me arrependo, e peço que o Senhor me salve. Creio que o Senhor morreu por mim e ressuscitou. Entre na minha vida, por favor, e me salve. Amém.” Note que a salvação não vem por uma oração, mas pela fé. A oração, porém, é uma maneira de expressar esta fé e seu entendimento da doutrina para Deus.

Batismo e Crescimento Espiritual

Depois disso, (e não antes) a pessoa deve ser batizada (At 8:36, 37). A base do batismo é esta salvação. A pessoa para ser batizada deve querer se identificar publicamente com Cristo, porque se arrependeu colocando sua fé em Jesus (Rm 6). Esta pessoa não é perfeita, mas ao mesmo tempo não quer continuar no seu pecado. Esta pessoa é fraca (I Co 3:1, 2), e pela carne ainda é capaz de pecar (Rm 6:12, 13), mas o Espírito de Deus nEle opera (Ef 4:30), ajudando-o a crescer na fé (Rm 8:26). Os pecados vão diminuindo, e a pessoa vai crescendo (II Pe 3:18).

Repetição do Aviso

Novamente, o problema é quando a pessoa quer receber Jesus mas não tem um coração arrependido. A pessoa já pretende continuar no pecado. Já quer voltar às coisas do diabo. Já quer manter vícios, etc. Tal desejo de continuar no pecado demonstra que o coração não é reto, e a fé é suspeita. Qual tipo de arrependimento é este no qual a pessoa não é arrependida?

Conclusão

Então o evangelho é o que Jesus fez para nos salvar (Rm 1:16; I Co 15:1-6). O pecado é nosso problema principal do qual Jesus veio nos salvar (Mt 1:21). O coração arrependido (At 20:21), pode colocar sua fé em Jesus como seu Salvador (Rm 10:9, 10), invocando o nome do Senhor (Rm 10:13), e será salvo! Também, o Espírito Santo entrará imediatamente no coração do crente (Ef 1:13, 14). Agora ele deve se identificar com Cristo pelo batismo (Mt 28:19). Deus, pelo Seu Espírito, sela o salvo até o fim (Ef 4:30).

Onde Nós Vamos Depois de Morrer?

A Bíblia ensina que o homem é composto de espírito, alma e corpo. O homem morreu em Adão, que quer dizer, que o espírito dele morreu (e, também, (1) o corpo morrerá e (2) a alma morrerá se não receber Jesus). Quando recebe Jesus, o Espírito Santo entra nele. Ainda, o corpo tem que morrer, mas como semente morta, morre para ressuscitar. No momento da morte, o corpo não funciona mais, todavia, a pessoa vai a Deus, sem seu corpo–isso é um estado temporário. Ele fica com Deus até a ressurreição do corpo. Deus glorifica o corpo no dia da sua ressurreição. A Bíblia não explica tudo sobre o estado temporário de viver com Deus sem corpo, mas I Coríntios 15 leva-nos a entender que nós quereremos os nossos corpos glorificados.

  • O homem é espírito, alma e corpo (I Ts 5:23)
  • O homem morreu em Adão (Rm 5:12; Ef 2:1)
  • O homem recebe o Espírito Santo e nova vida à salvação (Ef 1:13-14; II Co 5:17)
  • O homem salvo ainda tem que morrer (a não ser que o arrebatamento venha antes) (Rm 6:23; I Co 15:36)
  • O homem salvo vai para Jesus no momento da sua morte (Lc 23:43)
  • O corpo do salvo ressuscitará (I Co 15:35-36; I Ts 4:16)
  • Deus transformará o corpo do salvo para um corpo espiritual (II I Co 15:37-53)
  • O salvo depois da morte ou da ressurreição ficará com Deus para sempre (I Ts 4:17)

Por Que Devo Orar a Jesus e Não à Maria?

  1. Existe somente um mediador.“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (I Tm 2:5). Marie nunca foi dado o título de mediadora.
  2. Não há nenhum exemplo bíblico de uma oração à Maria. Devemos seguir a Bíblia a respeito de nossa fé e conduta. Deve ser possível expressar em termos bíblicos o que acreditamos. Oração a Maria é um raciocínio humano e não uma doutrina bíblica. Não temos o direito de acrescentar à Palavra de Deus.
  3. Maria não é a mãe de Deus, ainda que Jesus seja Deus. Jesus é Deus em carne (1 Tm. 3:16). Maria foi escolhida por Deus para acolher Emanuel (Deus conosco) no mundo e ser a sua mãe terrena (Is 7:14; 9:6; Mt 1:23). “Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo” (Mt 1:18).

Porque Deus Deixou Seu Filho Ser Crucificado?

Deus é soberano e onisciente (Mt 19:26; I Jo 3:2o). A morte de Cristo, então, não foi por acaso nem por acidente. Faz parte do plano infinito de Deus, e nossa falta de entendimento não deve nos levar a acreditar isso estranho. Deus, então, deixou Seu Filho ser crucificado porque:

  1. Deus sabia que sem derramamento de sangue não há remissão (Heb. 9:22).
  2. Deus sabia que a morte de Jesus forneceria a salvação (I Jo 2:2).
  3. Deus nos ama (Rm 5:8; I Jo 4:9-10).

Além destas três coisas, a Bíblia enfatiza que Deus não perdeu o controle da situação. Note o seguinte:

  1. Deus voluntariamente deu Seu Filho (Jo 3:16).
  2. Deus pela sua presciência entregou o Seu Filho aos executores (At 2:23).
  3. Deus tinha isso em mente desde a fundação do mundo (Ap 13:8).

 Como Deus Se Revelou a Todo Homem?

Deus Não Aceita Toda Forma de Adoração?

A Certeza da Salvação É Bíblica?

Bebês que Morrem Estão nas Mãos de Deus?

A Salvação É pela Graça de Deus, e Não pelas Obras?

A Bíblia É Suficiente?

Como Eu Vou Discernir as Ofertas das Várias Religiões?

Como Eu Interpreto o Passado Através do Presente Observável?

Porque Paulo Enfatiza a Insuficiência da Circuncisão?

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